Destaques do encontro  •  26 de junho de 2026

O que ficou do
workshop.

Uma síntese do que foi dito na sessão: os grandes temas, os insights e os cases reais de IA, agentes e Second Brain aplicados ao mercado financeiro. Menos hype, mais execução.

IA aplicada ao mercado financeiro Claude e Claude CoWork PixFly
Os grandes temas

Onde a IA está, e
como ela vira vantagem.

01
O estado da IA e dos agentes em junho de 2026 Nos últimos seis meses os sistemas agênticos ficaram realmente robustos. Os modelos abertos (DeepSeek, GLM, Qwen) se aproximam dos fechados, e já há agentes prontos para o setor financeiro.
02
Chatbot não é agente O chatbot responde perguntas. O agente recebe uma missão, ferramentas, contexto e memória, e trabalha em loop até atingir o objetivo. Três pilares: ferramentas, contexto e memória.
03
Memória é arquivo, não banco de dados A memória vive em arquivos Markdown numa estrutura de pastas: legível, portátil e independente de fornecedor. Troca-se o modelo sem perder a memória.
04
O agente orquestrador Um chief of staff que roteia cada pergunta para os especialistas e consolida a resposta. Com a técnica de LLM Wiki, a informação é pré-compilada para consulta transversal.
05
O Second Brain na prática Uma estrutura de pastas por empresa ou tema, criada automaticamente pelo Claude CoWork e populada com os dados recentes. A memória fica no seu drive, não no servidor.
06
A vantagem é proprietária Produto pronto de mercado é raso. O diferencial está em gravar as reuniões, especializar a memória, usar o melhor modelo e integrar a IA aos canais que a empresa já usa.
Insights que ficaram

As frases que
mudam a forma de construir.

Os princípios que apareceram na discussão, do jeito que valem a pena lembrar.

"Convide a IA para o problema, não delegue a tarefa."

Explique o contexto e deixe o modelo fazer perguntas. É assim que a resposta fica à altura do problema, em vez de uma ordem solta.

"Memória é arquivo, não banco."

Markdown em diretórios: portátil, legível e independente de plataforma. Troca-se o motor sem trocar a carroceria, e a memória continua intacta.

"Comece pelo Cérebro."

O agente central, plugado nos canais que a empresa já usa, entrega valor no primeiro dia e vira a memória viva do negócio.

"Uma memória por ativo, não um caldeirão."

Um agente genérico somado a memórias separadas por empresa escala com profundidade, sem misturar contextos.

"Grave todas as reuniões."

São o contexto mais valioso para alimentar os agentes. Este material, aliás, nasceu da gravação da própria sessão de ontem.

"Não economize no modelo."

Use sempre o melhor disponível. E lembre: mais contexto não é melhor, o que vale é recuperar o pedaço certo na hora certa.

"Diferencie por competência, não por biografia."

Dar um currículo ao agente muda o tom, não a capacidade. Hard e soft skill viram aderência quando viram instrução e ferramenta, não adjetivo.

"Slop nasce de geração sem dado."

Relatório bom se monta a partir de números e exceções sinalizadas, com fonte em cada afirmação. Texto livre por cima de tabela é onde o slop aparece.

Second Brain ao vivo

Quatro cérebros,
rodando na sala.

Não em slides. Cada um conectado ao contexto e à expertise de um negócio real. Ao vivo, a estrutura do Ibovespa inteiro foi criada em minutos pelo Claude CoWork.

M

Metrix

Uma malha de dezenas de analistas de IA para cripto, em camadas: um generalista, especialistas por ativo e um orquestrador que sintetiza tudo num score de 0 a 100, com justificativa e risco. Tudo em Opus 4.8.

Com Bruno e Bernardo
L

Liqi

Uma infraestrutura de mercado de capitais operada por uma malha de agentes: um cérebro central plugado nos canais da empresa, mais agentes de comercial, financeiro, jurídico e estruturação, com briefing diário automático.

Com Daniel Coquieri
P

Pixfly

O Second Brain comercial da Pixfly. Contexto de clientes, relações e pipeline a serviço da decisão.

Comercial
π

Pi

O assistente que rodou ao vivo no grupo, respondendo à turma. Claude conversacional como Second Brain.

No grupo, ao vivo
As perguntas que moveram a sala

A discussão que
valeu o dia.

As dúvidas reais da turma, e o caminho que cada uma abriu.

01

Como fazer o agente aderir às skills que eu defino?

Saiu do rótulo (formação, título) para o que realmente diferencia: ferramenta, dado, método explícito e avaliação.

02

Como evitar que ele se perca em bases grandes?

Engenharia de contexto: recuperação no lugar do despejo, contexto em camadas, sub-agentes e curadoria com metadados.

03

Vale o CoWork sobre o Claude Code?

São camadas diferentes. O CoWork é onde o time opera os agentes com contexto persistente, além de quem programa.

04

Como organizar e medir as iniciativas de IA?

Comece pelos processos de maior frequência. Construir o agente força o SOP, e o impacto se mede antes e depois.

05

Como gerar relatórios sem virar AI slop?

Ancorar tudo em dado: montar a partir de números e exceções, com fonte e rubrica do que o agente pode afirmar.

06

Quais casos a turma quer atacar?

Risco de portfólio, carteira consolidada Brasil e offshore, análise de crédito, workflows com alertas e dados para a estratégia.

Para continuar

Próximos passos
e recursos.

Do grupo dos curiosos para o de quem constrói

Menos hype.
Mais execução.

A vantagem competitiva não está no modelo. Está no que só você tem: dado, domínio e arquitetura.